rosto
em silabas
as
artérias estão vazias dentro de mim.
escuto
gritos sucessivos
e
a sede é abandono em dias inúteis.
o
tempo é monologo no silêncio
oca
dilui-me em silabas.
confundido
o corpo estaciona dormente.
no
meu rosto um mar,
um
olhar indefinido
embutido
num sonho ritmado.
há
esperas que extravasam a morte.
sobrevoam
o mistério
nas
horas transparentes dos teus passos.
volitam
sombras que embalam a vida
dos
nossos caminhos…
helena
maltez
quinta-feira, maio 15, 2025
rosto...
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3 comentários:
Um rosto. Um rosto no desamparo de qualquer desordem rente à fragilidade do olhar, Que belo poema, minha Amiga.!
Uma boa semana.
Um beijo.
Aproveito para desejar para si e para toda a sua família um Natal cheio de amor e um ano de 2026 com muita saúde e conforto.
Um beijo.
Ola Lena, tantos anos e nós por cá a procura do vento! Como o dom quixote há procura de moinhos de vento para combater;-)
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